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PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA PARA ALÉM DO 20 DE NOVEMBRO
COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ AUGUSTO DA ROCHA LIMA
GARARU – SERGIPE
PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA PARA ALÉM DO 20 DE NOVEMBRO
Gararu – SE
2025
COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ AUGUSTO DA ROCHA LIMA
PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA PARA ALÉM DO 20 DE NOVEMBRO
Projeto interdisciplinar a ser realizado por professores do Colégio Estadual Professor José Augusto da Rocha Lima, com alunos do Ensino Médio, durante o ano letivo de 2025.
Gararu – SE
2025
1 TEMA:
A contribuição do negro na formação da cultura brasileira: uma proposta pedagógica de intervenção e de valorização da cultura afro-brasileira e combate ao racismo.
2 OBJETIVOS
2.1 Objetivo geral
Contribuir para a efetiva implementação da legislação educacional, especificamente a Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, que torna obrigatório o estudo da história e das culturas afro-brasileira e indígena no ensino fundamental e médio.
2.2 Objetivos específicos
• Ampliar o conhecimento sobre a história e a cultura afro-brasileira;
• Compreender os conceitos de “consciência negra” e “racismo estrutural”;
• Evidenciar a influência africana nos diversos aspectos da cultura brasileiras;
• Valorizar os aspectos culturais africanos da cultura brasileira;
• Destacar personalidades representativas da luta em defesa das causas do povo negro;
• Conhecer as condutas tipificadas como crimes raciais pela legislação brasileira;
• Identificar o racismo sutil presente na linguagem usada no cotidiano;
• Desenvolver o senso crítico, a criatividade e a empatia das pessoas envolvidas;
• Discutir sobre o racismo estrutural e as desigualdades sociais relacionadas à cor da pele ou à raça;
• Construir teses e argumentos sobre temas relacionados a questões raciais;
• Combater as diferentes formas de racismo presentes no Colégio e na comunidade onde este está inserido;
• Resgatar a identidade negra a partir do uso de elementos da culinária, indumentária, acessórios e objetos de arte e decoração de origem africana;
• Despertar a consciência e a valorização da diversidade racial e cultural, o sentimento de pertencimento a uma sociedade multirracial e multicultural, bem como o respeito, a empatia e a equidade;
• Proporcionar espaços e oportunidades de lazer numa perspectiva de construção e manutenção da cultura de paz;
• Estimular o uso de novas mídias de comunicação digital na pesquisa, elaboração e difusão de trabalhos escolares, como alternativa sustentável.
3 JUSTIFICATIVA
O Projeto Consciência negra para além do 20 de novembro consiste num conjunto de atividades acerca da história e cultura indígena e afro-brasileira, a serem desenvolvidas durante ano letivo de 2025, tendo como público alvo os estudantes de todas as turmas do Colégio e a comunidade escolar e local, na perspectiva de contribuir para a implementação efetiva da Lei nº 9.304/96, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da educação do Brasil.
A LDB de 1996 foi modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que lhe acrescentou o artigo 26-A, que tornou “obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira” e o artigo 79-B, que determina a inclusão do dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’ no calendário escolar. E em 2008, a Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, modificou a redação do Art. 26-A da LDB, passando incluir a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Indígena.
De acordo com o Art. 26-A, § 2º, da LDB, os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros devem ser ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, especialmente nos componentes curriculares de Artes, Literatura e História. Assim, o presente projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar, contando com a participação de professores destas e outras disciplinas, observando os respectivos programas de ensino.
Diante do contexto histórico da escravidão, a forma como se deu a abolição dos escravos no Brasil, as desigualdades sociais relacionadas à cor da pele ou à raça no País e o racismo estrutural presente nos diversos casos de discriminação racial veiculados pelas mídias de comunicação, bem como os fatos observados e relatados na comunidade local, faz-se necessário proporcionar aos estudantes do Ensino Médio espaços de construção e aprimoramento do conhecimentos acerca da História e da Cultura Indígena e Afro-brasileira por meio da escuta, do diálogo, de leituras, pesquisas, discussões, produção de textos sobre o tema.
Os dados oficiais do Governo Federal mostram que a desigualdade social no Brasil tem forte relação com a cor da pele ou a raça de seus habitantes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade dos brasileiros se declaram negros ou pardos, no entanto, esses cidadãos aparecem nos piores indicadores de renda, de moradia, de escolaridade e de serviços.
O último censo realizado pelo IBGE revelou que em 2022 a população brasileira era formada por 203.080.756 pessoas, sendo que desse total, 45,3% se autodeclaram pardas, 43,5% se consideram brancas, 10,2% se autodeclaram pretas, 0,6% são indígenas e apenas 0,4% se consideram amarelas. Para o IBGE, a população negra corresponde à soma de pretos e pardos, motivo pelo qual se pode afirmar que a maioria da pulação brasileira se autodeclara negra.
Os resultados do censo de 2022 confirmam que as pessoas pretas e pardas continuam tendo menos acesso a educação, emprego, segurança e saneamento do que os brancas.
As pesquisas mostram ainda que os pretos e pardos estão mais escolarizados do que em períodos anteriores, mas a desigualdade em relação aos brancos permanece, principalmente no tocante à ocupação de espaços de poder. Reflexo dessa realidade é o fato de que menos de um quarto dos deputados federais eleitos nas últimas eleições são pretos ou pardos, enquanto a taxa de homicídio de pretos ou pardos é quase três vezes maior que a de brancos.
Os negros continuam mais vulneráveis à extrema pobreza, sendo as maiores vítimas da desocupação e da informalidade. Atualmente a taxa de desocupação das pessoas em idade de trabalhar é de 5,9% para brancos (abaixo da média nacional, que é de 8%), enquanto entre pretos e pardos é de 17,4%. As taxas de trabalhadores informais, sem proteção trabalhista também é maior entre os negros, enquanto a renda média é maior entre os brancos.
Os dados mais críticos são os relacionados à segurança, pois no Brasil, os afrodescendentes são as maiores vítimas de homicídios. Segundo o Atlas da Violência 2019, das 616.095 pessoas assassinadas no País entre 2011 e 2021, 77% eram pretas e pardas; segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019, 74,5% das pessoas assassinadas em intervenção policial são pretas ou pardas; em 2022 a população carcerária negra representava 69,2%; no mesmo ano, das 47.452 vítimas de assassinato, 76,9% eram negras; e o risco de um negro morrer assassinado era 2,9 maior do que uma pessoa branca.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Púbica 2024, “A população prisional segue sendo majoritariamente negra. Em 2023, 69,1% dos encarcerados são negros, seguidos por 29,7% de brancos.” Segundo o documento,
a raça/cor se mostrou um fator determinante nas diferenças de mortalidade por intervenções policiais no ano passado. Enquanto a taxa de mortalidade de pessoas brancas foi de 0,9 mortos para cada grupo de 100 mil pessoas brancas, a taxa de negros foi de 3,5 para cada grupo de 100 mil pessoas negras. Isto significa dizer que a taxa de mortalidade de pessoas negras em intervenções policiais é 289% superior à taxa verificada entre pessoas brancas, na evidência do viés racial nas abordagens e no uso da força das polícias brasileiras. Em relação à proporção, 82,7% das vítimas eram negras, 17% brancas, 0,2% indígenas e 0,1% amarelos.
O exposto acima contribui para a conclusão de que a população negra só se destaca nos índices negativos, o que chama a atenção para a necessidade de se rever as políticas públicas de combate às desigualdades sociais e se adotar medidas mais eficazes para mudar esse cenário desumano.
Este projeto parte do princípio de que as questões inerentes à consciência negra devem ser trabalhadas todos os dias, na perspectiva da cultura de paz, valorizando comportamentos, tradições e conhecimentos dos povos africanos, que contribuíram para a formação da cultura brasileira, na língua, na culinária, na religião, nas artes, no modo de viver, nos usos de acessórios e ornamentos, entre outros aspectos da cultura afro-brasileira.
Com a Lei 14.759/23, o dia 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, passou a ser feriado nacional com o objetivo de reforçar a luta contra o racismo e refletir sobre a memória e resistência do povo preto.
Assim, a realização do projeto Consciência negra para além do 20 de novembro é de fundamental importância para evidenciar e valorizar a contribuição dos povos africanos na formação da cultura brasileira, a partir do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira, conforme dispõe a Lei nº 9.394/96, com suas alterações posteriores.
4 MÉTODOS/ESTRATÉGIAS
Este projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar, com a participação de professores e estudantes de todas as turmas do Colégio e da comunidade escolar.
Adotando-se a metodologia da pesquisa bibliográfica, o projeto será desmembrado em atividades que serão planejadas, orientadas e acompanhadas pelos professores dos diferentes componentes curriculares envolvidos, conforme cronograma abaixo.
O tema do projeto será desenvolvido durante todo o ano letivo, observando, sempre que possível, o conteúdo programático das disciplinas para cada turma. Serão desenvolvidas atividades como enquete, pesquisa, leitura, discussão, apreciação de vídeos, oficinas, palestra, exposição, seminário, respeitada a autonomia dos professores envolvidos para escolher estratégias metodológicas específicas para cada turma.
A culminância do projeto será realizada na terceira semana de novembro, antes do Dia da Consciência Negra, quando os estudantes apresentarão trabalhos, utilizando elementos culturais afro-brasileiros de modo a contemplar pintura, desenho, música, dança, moda, artesanato, culinária, teatro.
4. 1 Cronograma
Período Ações Turmas Disciplina Professor(a) responsável
Março Estudo da História afro-brasileira 1ª Série
2ª Série
Prosic
Eja História
Valdemir
Criação de um grupo de dança africana Todas as turmas Português
Artes Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Abril Enquete sobre a cor da pele ou raça Todas as turmas Português Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Estudo sobre a escravidão no Brasil 1ª Série
2ª Série
Prosic
EJA História Valdemir
Pesquisa sobre o processo de abolição da escravidão no Brasil 3ª Série
História Valdemir
Maio Ciclo de palestras
Definir temática (resultado da enquete, formação do povo brasileiro, identidade, pertencimento; Selo Escola Antirracista) Todas as turmas Português
História
Artes
Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Valdemir
Agosto Discussão sobre o sentido do termo “Consciência Negra” na prática 1ª Série
2ª Série
3ª Série
Prosic
Eja Português Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Pesquisa e discussão sobre a população negra no Brasil e análise comparativa dos dados da enquete realizada 3ª Série Português Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Leitura e discussão sobre o racismo estrutural 1ª Série
2ª Série
3ª Série
Prosic
Eja Português Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Pesquisa sobre crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (Lei nº 7.716/1989) 1ª Série
2ª Série
3ª Série Português Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Setembro Leitura e discussão da cartilha “O racismo sutil por trás das palavras” – MP/DFT 1ª Série
2ª Série
Prosic
Eja Português
Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Campanha contra o racismo estrutural:
confecção máscaras, cartazes
ensaio fotográfico Todas as turmas Artes
Gilvanna
Simulado com questões do Enem sobre o racismo 3ª Série
Prosic
Eja Português
Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Outubro Pesquisa, debate e produção de textos sobre a contribuição dos povos africanos na formação da cultura brasileira 1ª Série
2ª Série
3ª Série
Prosic
Eja Português
Expressão escrita Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Organizar o grupo de capoeira do Colégio Todas as turmas Português
Artes Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Novembro Oficinas de:
Desenhos/caricatura
Confecção de máscaras africanas
Pintura corporal africana
Pintura de telas - Arte Africana Todas as turmas Artes Gilvanna
Culminância
Dia 18:
Exposição de trabalhos e
pratos da culinária afro-brasileira
Apresentação de teatro, dança e capoeira
Dia 19:
Desfile de beleza negra
Baile estudantil Todas as turmas Português
História
Artes
Djenal
Messias
Thais
Gildete
Gilvanna
Valdemir
Avaliação do projeto
(através de formulário virtual) Todas as turmas Português
Djenal
5 ACOMPANHAMENTO/AVALIAÇÃO DE RESULTADOS
O desenvolvimento do Projeto será avaliado passo a passo, através da observação direta do envolvimento dos estudantes nas atividades propostas e dos resultados alcançados em cada etapa, sendo as ações replanejadas, caso necessário. A participação efetiva dos estudantes é requisito parcial de avaliação da Unidade de Ensino em que forem as atividades forem desenvolvidas, sendo convertida em nota ou conceito pelos professores, respeitada a autonomia docente.
Após a culminância será aplicado um formulário de avaliação que será previamente elaborado para que professores e estudantes e demais envolvidos possam registrar sua impressão sobre as ações e atividades realizadas a fim de saber se os objetivos foram alcançados.
6 RECURSOS MATERIAIS
Quantidade Descrição Valor unitário Valor total
01 kit Abadá de capoeira
10 camisetas 54,00 540,00
01 Amplificador de som - -
01 Aparelho de TV - -
01 novelo Barbante de algodão - -
Base acrílica - -
01 pact Bastão de cola quente (grosso) - -
10 unid. Pistola de cola quente (p/ bastão grosso) - -
04 pact
04 pact
04 pact
04 pact
04 pact
04 pact Bexigas pretas
Bexigas verdes
Bexigas amarelas
Bexigas vermelhas
Bexigas azuis
Bexigas brancas
30 unid Cartolina branca -
04 unid Cavalete 150,00 600,00
10 unid. Cola branca - -
01 nov Corda de algodão 24mm - 50 m + 100
10 Fita adesiva transparente - -
02 Fita adesiva dupla face para carpete 45mm x 30m 45,00 90,00
01 kit Instrumentos musicais
01 berimbau
01 atabaque
01 pandeiro
01 agogô
01 reco-reco - -
30 unid. Marcador permanente - cores diversas - -
02 resmas Papel A4 - 210 x 297mm - -
40 unid. Papel A40 - -
02 pact. Papel colorset com 20 fl 40,00 80,00
40 resmas Papel fotográfico - 210 x 297mm – 50 fl
04 resmas Papel vergê - 210 x 297mm 50,00 200,00
40 unid. Pinceis de cerdas - diversos tamanhos - -
10 m Sisal - -
50 m Tecido - estampas africanas variadas 30,00 1500,00
05 m Malha ...
10 unid. Tela para pintura óleo acrílica 20,00 200,00
10 unid. Tesoura grande 39,00 390,00
10 cx. Tinta acrílica (com cores vibrantes) - -
01 cx. Tinta guache – cores diversas - -
02 inid. Microfone - -
01 inid. Notebook - -
01 Impressora colorida 1.400,00 1.400,00
01 unid. Projetor de imagens - -
7 REFERÊNCIAS
Alves, Castro. O navio negreiro e outros poemas. São Paulo: Melhoramentos, 2015.
Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019. Disponível em: https://www.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Anuario-2019-FINAL_21.10.19.pdf. Acesso em 9 mar 2024.
Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023. disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf. Acesso em 9 mar 2024.
Braga, Amanda Batista. História da beleza negra no Brasil: discursos, corpos e práticas. - Documento eletrônico. São Carlos: EdUFSCar, 2023.
Brasil. Base Nacional Comum Curricular. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=79601-anexo-texto-bncc-reexportado-pdf-2&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 10 mar 2024.
Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Panorama do censo 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/. Acesso em: 8 mar 2024.
Brasil. Lei nº 10.639/2003. Altera a Lei no 9.394/1996 e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm. Acesso em: 9 mar 2024.
Brasil. Lei nº 11.645/2008. Altera a Lei no 9.394/1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm. Acesso em: 19 mar 2024.
Brasil. Lei nº 7.716/1989. Define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7716.htm. Acesso em: 9 mar 2024.
Brasil. Lei nº 9.394/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 9 mar 2024.
Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Guia grêmios e participação estudantil na escola. Disponível em: https://campanha.org.br/acervo/guia-gremios-e-participacao-estudantil-na-escola/. Acesso em: 10 mar 2024.
Costa, Rosangela C.; Nunes, Antonio de A. C. Consciência negra: o reggae como enfoque globalizador de projeto de trabalho no fomento à pertença identitária dos(as) aluno(as) afro-maranhenses da Escola Municipal Maiobinha. Revista Em favor de igualdade racial, [S. l.], v. 4, n. 2, p. 143–154, 2021. Doi: 10.29327/269579.4.2-12. Disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/RFIR/article/view/4262. Acesso em: 9 mar. 2024.
Distrito Federal. O racismo sutil por trás das palavras - cartilha. Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal. Brasília: [s. ed.], 2020.
Fernandes, Marcia. Dia da Consciência Negra: 20 de novembro. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/dia-da-consciencia-negra/. Acesso em: 10 mar. 2024.
FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2024. Disponível em: https://publicacoes.forumseguranca.org.br/handle/123456789/253. Acesso em: 25 de fev. 2025.
IPEA. Atlas 2023 em infográficos. Atlas da Violência 2023. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes/274/atlas-2023-em-infograficos. Acesso em: 9 mar 2024.
Greenpeace. Luta dos povos indígenas: quais são e a sua importância. Blog Greenpeace Brasil, 29 de abril de 2024. Disponível em: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/luta-dos-povos-indigenas. Acesso em 25 fev. 2025.